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Futebol de Rua

Associação Nacional de Futebol de Rua foi criada a 29 de Novembro de 2007, é uma associação privada de solidariedade social sem fins lucrativos, reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública

A ANFR utiliza o Futebol de Rua como estratégia de inovação social, através da intervenção sócio-pedagógica e cultural com os objectivos de promover o desenvolvimento humano e a inclusão social dos cidadãos. Sedeada em Portugal, o campo de actuação da associação é o espaço da lusofonia e coopera com outros países ou comunidades de expressão portuguesa, sempre que a sua actividade se prove necessária.

A criação da ANFR baseou-se na experiência da sua equipa fundadora, responsável pelo desenvolvimento do Futebol de Rua em Portugal e pela participação de equipas nacionais em projectos internacionais. Esta experiência afirmou a necessidade de criar uma associação exclusivamente dedicada a esta modalidade desportiva. Tal como já acontece em vários países do mundo, em Portugal a ANFR é a primeira associação a utilizar o Futebol de Rua como estratégia criativa na promoção de estilos de vida saudáveis e na resolução de problemas sociais como a pobreza, a exclusão ou a xenofobia.

O Futebol de Rua, em particular, o jogo, é o campo ideal para o desenvolvimento de sentimentos de pertença, espírito de equipa, luta por um objectivo comum e neste caso – a partilha de um campo para a vida.

Os objectivos da ANFR são, promover:

- Inclusão social, estratégias preventivas e de combate à pobreza e exclusão social
- Diálogo Intercultural e união entre os povos
- Estilos de vida saudáveis e acesso à prática desportiva
- Mudança social, capacitação e desenvolvimento humano

Os públicos alvos da ANFR são todos os residentes em Portugal, outros cidadãos de expressão portuguesa, organizações públicas e privadas com intervenção na área social.
No âmbito de projectos específicos actua junto de:

- Comunidades migrantes
- Pessoas em risco ou em situação de pobreza ou exclusão social
- Pessoas afectadas por outros problemas sociais persistentes na sociedade
- Crianças e jovens em idade escolar

Nota: Novos conteúdos serão introduzidos brevemente!

2 Comentários leave one →
  1. 7 de Dezembro de 2009 01:21

    Futebol de Rua – um projecto que também queremos seja nosso
    Tornou-se mais ou menos um lugar-comum nas nossas aulas falar de estratégias de comunicação bottom-up ou de grassroots public diplomacy. Tal como nas aulas de Relações Públicas ou em Geral de Comunicação Estratégica também estes conceitos se tornaram expressões recorrentes nas áreas da sociologia, da arquitectura, da ciência política ou de serviço social. Quer queiramos quer não – e ao contrário do ar inovador com que são tantas vezes proferidos – estes não são de todo conceitos revolucionários nas nossas sociedades contemporâneas ocidentais mas redescobertas de inicio de século de um mundo que algures no século passado constituiu um referencial importante nos quotidianos dos que nos precederam.
    Aldo van Eycks ficará para sempre conhecido como o arquitecto que no pós-segunda guerra humanizou Amesterdão ao construir em cada bairro um parque para as crianças. Para este arquitecto que projectou mais de sete centenas de parques infantis ao longo de trinta anos a cidade era um espaço para ser vivido e experienciado. A sua ideia de cidade era uma cidade lúdica onde viver fosse leve, fácil e divertido. Não nos podemos também esquecer que esta noção de cidade e esta preocupação com a vivência de um espaço público pelas crianças era também entendido como um primeiro passo para uma vivência democrática e uma cidadania activa.
    Um parque infantil para os mais pequenos, um campo de jogos para os adolescentes são ideias e ideais que não podemos deixar de acolher como primordiais para que todos possamos experienciar a nossa cidade como um espaço comum.
    O projecto “Futebol de Rua” do Bairro Padre Cruz parece não só pautar-se pelos princípios de estratégias bottom-up como pela construção de momentos, actividades e espaços que permitam e potenciem uma cidadania activa.
    Ao associar-se a este projecto enquanto “jogadores” a equipa de FUTSAL da ESCS dá um passo enorme no sentido da comunicação com a comunidade e o XII Encontro de Relações Públicas associa-se ao projecto através da criação de uma “claque” para o FUTRUA. Trocaremos durante a tarde do dia 9 – a par e passo com a nossa pausa para café – um bilhete para o jogo e um cartão de membro pelo valor simbólico de 1 euro…
    Estes fundos bem como todos os lucros que sejam conseguidos com as actividades no lounge serão entregues no dia do jogo à Associação Nacional de Futebol de Rua para permitir a compra das BALIZAS para a delimitação de um espaço de jogo…ou como diria Searle para que se possa falar de um “jogo de futebol” – porque se cumprem as regras constitutivas – e não somente de jogar à bola.

  2. 8 de Dezembro de 2009 23:40

    SEgundo a responsável pelo projecto DRª Vanda Ramalho o jogo com a ESCS já está agendado para dia 15 de Dezembro.
    Lá nos encontraremos!

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